O PROGRAMA DE SOLIDARIEDADE

Desde 2015 o Comité Organizador Local (COL) tem vindo a desenvolver um programa solidário, Va’a No Te Ora, que visa utilizar o va’a como ferramenta de coesão social.

No início, o projeto referia-se a dois públicos muitas vezes esquecidos, as zonas prioritárias e os atletas paralímpicos. Desde 2017, os empregados/funcionários participam do programa, como meio de promoção da saúde na empresa através do desafio CPS.

Quotidianamente, são organizadas sessões de Va’a em proveito destes públicos. Encorajamo-los a recuperar o gosto pelo desporto enquanto tecem laços entre si. Inúmeras alavancas para lutar contra a exclusão.

SOLIDARIEDADE

O programa de solidariedade Va’a No Te Ora, patrocinado pela Fundação Engie e apoiado pelo Contrato Cidade, é uma iniciativa do Comité Organizador Local do Campeonato Mundial Va’a de 2017 e 2018.

No âmbito deste programa, o COL realiza ações de solidariedade em proveito:

  • Das zonas prioritárias
  • Dos atletas paralímpicos
  • Da saúde através da prática do va’a

Zonas prioritárias

Programa de voluntários

Por ocasiãos dos 1º(s) campeonatos mundiais de va’a maratona, 200 voluntários, dos quais 150 provenientes das zonas prioritárias de Pirae, contribuíram para o bom desenvolvimento do evento.

Alguns deles destacaram-se pelo seu investimento no meio associativo e puderam integrar o COL em contratos subsidiados. 

Para o 18º Campeonato Mundial de Va’a – Velocidade 2018, são esperados cerca de 250 voluntários (equipa do COL e agentes nomeados incluídos) para assegurar o bom desenvolvimento do evento.

Estes serão organizados em diferentes departamentos e terão a possibilidade de desenvolver competências relacionadas com a receção, a animação, o socorrismo, o trabalho em equipa e a organização. Para que isto seja possível e também para a preparação do seu futuro percurso profissional, são-lhes sugeridas várias formações.

Formações

Para além da competição, o COL visa valorizar os seus voluntários e dotá-los com uma bagagem útil para a sua inserção profissional pós-profissional.

Entre 2016 e 2017, foram oferecidas 114 formações pelo COL, as quais possibilitaram a 105 voluntários a obtenção do diploma.

  • Autorização Costeira: 3 diplomados
  • Iniciador em Va’a- Nível 1 : 20 diplomados
  • PSC1 : 39 diplomados
  • BSA : 20 diplomados
  • BAFA A1 opção Va’a : 23 diplomados

 

Para 2018 estão previstas 89 formações para o primeiro semestre, o que permite a consolidação da respectiva experiência e reforçar a hipótese de encontrarem emprego:

  • Autorização Costeira: 2 lugares
  • PSC1 : duas sessões de 20 lugares
  • BAFA opção va’a : 20 lugares de nível A1 e 15 lugares de nível A3
  • Formação em iniciador em va’a Nível 1: 7 lugares
  • Formação em segurança : 5 lugares

Para além das formações, as ações de inserção profissional realizadas pelo COL implicam também a intervenção de profissionais de diferentes áreas: Fondation Face, RSMA… Durante as Team Buldings.

Foi inaugurado um atelier CV que visa acompanhá-los na sua procura de emprego (para que conheçam a estrutura de um curriculum típico, identifiquem as expectativas dos recrutadores, expressem as suas competências ou qualidades….). 

TEAM BUILDING

De modo a reforçar a coesão e a motivação entre voluntários e atletas, o Comité Organizador Local decidiu reunir estes voluntários durante os dias de «Team Building». Este conceito inglês significa literalmente «construção de equipa» e visa estreitar os laços entre os membros de uma equipa.

                Em 2018, e sempre sob a égide da inserção profissional, as teams buldings corresponderão à oportunidade dos voluntários para desenvolver o seu espírito de equipa com vista ao seu futuro percurso profissional.

                Para a realização deste projeto, foi especialmente criada uma colaboração com a Fundação Face. De facto, a Fundação sugere um percurso que integra a avaliação, a formação e o acompanhamento dos candidatos a emprego. Este percurso, denominado Job Academy, compreende entre outros : ateliers de redação do CV, simulação de entrevistas de trabalho, etc.

O PARA VA’A

LE PARA VA'A SE DEVELOPPE

A dissolução em 2010 da Instituição para a Prevenção (EPAP), conduziu à inactividade do para va’a na Polinésia Francesa. Determinado em promover a ressurreição desta disciplina, o COL integrou no seu projeto de desenvolvimento, logo desde o início, o para va’a.

 Em 2016, foi criada uma parceria dinâmica entre o COL e a Federação da Polinésia para os Desportos Adaptados e Handisport (FPSAH), apoiada por associações-membro, como:

  • HUMA MERO
  • ULIS
  • FRAT
  • TUMURA
  • TIAI TAU

OS MOMENTOS FORTES !

  • Mobilização de 8 associações locais de handisport
  • Mobilização de + 110 atletas locais PARA VA’A (inexistentes ou inactivos de 2011 a 2016)
  • Organização do 1º curso aberto aos handicaps «mentais», a denominada corrida de exposição oficialmente reconhecida pela FIV
  • Número record de participações de «pessoas com handicaps» num evento da FIV (123 participantes – Antigo Record: Austrália, 2016, 34 participantes)

Após o sucesso do para va’a no Campeonato de 2017 e o anúncio da inscrição da disciplina nos Jogos Paralímpicos de Tóquio em 2020, era necessário que o COL assegurasse a continuidade das sessões em para va. Estas sessões foram retomadas no site do FareVa’a de Pirae, com o objetivo de reeditar a corrida de exposição em 2018.

Reme, pela sua saúde

O desafio CPS na luta contra a obesidade

Em abril de 2017, uma convenção entre a Vohi-Video, a Caixa de Previdência Social e o COL resultou num acordo para atuar numa importante questão da sociedade: a saúde na empresa. Foram decididas 2 sessões por dia, de segunda a sexta, por cada 3 meses de sessões de va’a.

Do mesmo modo, foram decididas 4 regatas, com base em provas desportivas e lúdicas, mas também de desafios que permitem obter pontos extra : por exemplo, o número de mulheres e os quilos perdidos pelo embaixador permitem ganhar pontos.

Números-chave de 2017

  • O «Back to back» : consiste em atar as pirogas de duas equipas concorrentes e que remam em sentidos opostos
  • O Tahoe: o peperu, de olhos vendados, é orientado pela equipa restante presente na piroga.

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